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Sobre mim

Sou Erik Bostelmann, gestor de projetos e consultor especializado em gestão, governança e sustentabilidade de iniciativas com propósito, com atuação no terceiro setor, esporte e educação.

Atuo com uma visão sistêmica, mas com método. Isso significa compreender contextos complexos e traduzi-los em processos claros, prioridades bem definidas e decisões executáveis. Meu foco é estruturar projetos para que funcionem com previsibilidade, responsabilidade e capacidade real de crescimento.

Hoje, apoio organizações e lideranças que lidam com expansão, complexidade operacional e alta responsabilidade institucional, especialmente em ambientes onde impacto social, recursos limitados, exigências de prestação de contas e relacionamento com patrocinadores coexistem no mesmo sistema.

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Minha trajetória

Minha trajetória profissional foi construída na prática e de dentro da operação. Desde 2019, estive diretamente envolvido na criação, estruturação e execução de projetos que precisavam sair do papel, captar recursos, se organizar institucionalmente e entregar impacto real.

Ao longo desse percurso, atuei em todas as etapas do ciclo de vida dos projetos — da concepção estratégica à execução, da organização operacional à governança, da comunicação institucional ao relacionamento com patrocinadores, parceiros e equipes técnicas.

Grande parte dessa experiência se desenvolveu em projetos complexos, com múltiplos stakeholders, recursos incentivados, prazos rígidos e alto grau de responsabilidade pública. Esse contexto exige não apenas capacidade técnica, mas maturidade para lidar com conflitos, limites institucionais, riscos e decisões estruturais.

Foi nesse ambiente que passei a assumir, de forma natural, um papel de organizador do sistema: alguém que conecta estratégia, operação, comunicação e dados para dar sustentação ao projeto como um todo. Essa vivência moldou meu posicionamento atual — orientado à responsabilidade concreta sobre resultados, processos e continuidade.

Por que gestão de projetos e governança são cruciais no terceiro setor

Projetos do terceiro setor não falham por falta de boas intenções. Eles falham por falta de estrutura, método e governança.

Na prática, vejo com frequência iniciativas potentes enfrentando:​​

_sobrecarga das lideranças

 

_informalidade excessiva

 

_dependência de poucas pessoas-chave

 

_dificuldade de prestar contas e demonstrar impacto

 

_fragilidade na sustentabilidade de médio e longo prazo

A gestão de projetos traz clareza: objetivos, escopo, prioridades, prazos e responsabilidades.


A governança traz segurança: processos, decisões bem definidas, transparência e previsibilidade.

Quando essas dimensões caminham juntas, o projeto:

​​

_ganha escala sem perder controle

 

_reduz riscos operacionais e institucionais

 

_fortalece a confiança de patrocinadores e parceiros

 

_protege as pessoas envolvidas do desgaste constante

 

_cria bases reais para continuidade e impacto duradouro

É nesse ponto que meu trabalho se torna relevante:

É nesse ponto que meu trabalho se torna relevante: ajudar projetos a amadurecerem estruturalmente sem abrir mão daquilo que os torna legítimos — sua essência, propósito e sensibilidade social.

Estrutura, para mim, não é burocracia. É o que sustenta boas causas quando os contextos mudam, permitindo que sobrevivam ao tempo, às pessoas e às transformações de cenário.

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